sábado, 10 de novembro de 2007

VEM AÍ O ORKUT DOS RICOS

Uma pesquisa da Latin Panel retrata que a vida dos brasileiros mais ricos melhorou ainda mais, neste ano. A renda média das famílias das classes A e B, que recebem acima de dez salários mínimos por mês (R$ 3,8 mil), aumentou 7,3% em 2007 em relação ao ano passado.

É uma oportunidade e tanto para quem tem algo a oferecer aos mais endinheirados. É o caso do site Social Life, criado por empreendedores paranaenses para ser uma rede social privada de relacionamentos voltada exclusivamente para o público “mais exigente e afortunado do país”, como define o anúncio de divulgação da rede.

A proposta do empresário Nilton Alexandre de Souza e mais três investidores é atender a uma demanda crescente por redes sociais organizadas, oferecendo um leque de serviços superior a sites como Orkut, MySpace e FaceBook.

A idéia do Social Life se inspira no site norte-americano Small World que possui 260 mil usuários – 7% deles brasileiros. O espaço é diferente de qualquer rede existente, apregoam os empreendedores.

O Social Life tem monitoramento constante e um restritivo sistema de acesso. Para se associar, até fevereiro de 2008, qualquer pessoa pode se cadastrar no site e convidar amigos. Esse cadastro passará por análise de uma equipe da Social Life, que dirá quem está e quem não está à altura dos requisitos.

Nesse processo de seleção, o Social Life fará até mesmo uma sabatina com o possível usuário. Dados como perfil profissional, social e pessoal serão importantes. Se aceito na comunidade, o mais novo usuário pagará uma mensalidade de R$ 79 para permanecer na rede.

A estimativa é que 550 mil pessoas se cadastrem até fevereiro e aproximadamente 10% sejam aprovadas e mantidas na rede. Somente com mensalidades, o Social Life deve movimentar R$ 4,3 milhões por mês. Depois de fevereiro, apenas quem receber o convite de um amigo poderá ingressar no site. “É um projeto para colunáveis”, define Souza.

O grande chamariz para o “Orkut dos ricos” é proporcionar ferramentas e usos não oferecidos pelas redes existentes como fechamento de negócios, serviços, consultorias, entretenimento, informação e até oportunidades de emprego. “As redes sociais são a revolução da internet”, anima-se Souza. “Criamos um sistema pago com mais utilidades e benefícios do que as oportunidades encontradas no mercado”, conclui. (Tércio Saccol)

Links relacionados:
Social Life
Small World

Fonte: Revista AMANHÃ. Newsletter diária n.º 1078 - 09/11/2007

2 comentários:

Vanda disse...

Posso fingir ser altamente colunável para entrar no mundo exclusivo? ;) Vai fazer uma falta tão grande ao meu intelecto não pertencer a este mundo....blahhhhhh

Oi amigão, o que mais este pessoal vai inventar para distanciar do mundo real, hein??

Abraços mineiros,
Vanda

Airton Soares disse...

Pois é cumade. Tudo o que a gente inventa "eles copiam". Nos anos 60, em sinal de protesto,a gente rasgava as calças;hoje, "Eles" rasgam as calças e ainda tem quem compre pelos olhos da cara.
Criativamente usamos o pegador de roupas para prender a dobra dos saquinhos de mantimentos em uso; "Eles" só de mal, fabricam meia dúzia desse mesmo pegador (iventam umas carinhas...flozinha) e nos vendem por 1,99. Agora o oukut "deles". É de lascar!

Fiquei feliz, muito, muito com sua visita.
Beijão